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02/05/2019 16h25 - Atualizado em 02/05/2019 16h38

Força Tática faz 1,2 mil abordagens apenas em março

Iniciativa do prefeito Roberto Naves garante reforço no policiamento de Anápolis. Confira as estatísticas

Foto: Daniel Carvalho

A Força Tática Municipal foi uma inovação na segurança pública de extrema importância no combate à criminalidade. É o que defende o capitão Osvaldo Abraham, do 3º Comando Regional da Polícia Militar de Anápolis.  Criada pelo prefeito Roberto Naves em novembro de 2018, o projeto, uma parceria entre a Prefeitura e a Polícia Militar, já se mostra um sucesso. De acordo com levantamento divulgado em abril pelo Núcleo de Estatísticas e Análise Criminal da Secretaria de Segurança Pública e Administração Penitenciária do Estado de Goiás, apenas em março, as equipes fizeram 1.248 abordagens na cidade.

O relatório também apontou 534 veículos abordados, 413 patrulhamentos – em apenas um mês—, 49 notificações de infração, 42 registros de Termo Circunstanciado de Ocorrência (TCO), 36 abordagens em estabelecimentos, 23 apreensões de tóxico, 21 flagrantes, 17 veículos apreendidos, 12 prisões por tráfico e quatro pessoas que estavam foragidas e foram recuperadas. “Os números demonstram a capacidade ostensiva e preventiva deste tipo de patrulhamento, uma vez que a ação dos criminosos é dificultada. Sem dúvidas foi uma parceria de extrema importância, que deveria ser implantada em outros municípios”, avalia o capitão Abraham.

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A Força Tática Municipal funciona a partir de uma parceria entre a Prefeitura de Anápolis e a Polícia Militar (PM), a fim de reforçar a proteção da população com o aumento do número de policiais e viaturas. Para tanto, mais 30 agentes se dividem em dez camionetes e realizam policiamento ostensivo e preventivo nos quatro cantos da cidade. “Não adianta agirmos separadamente, porque todos nós trabalhamos em prol da população. Agora temos esse reforço nos locais com maior incidência de crimes. Aonde a polícia chega, o bandido vai embora”, garante o prefeito Roberto Naves.

Na parceria, a PM disponibiliza o efetivo e a Prefeitura entra com os veículos, combustível, manutenção e paga o banco de horas dos policiais. Além disso, o Observatório Municipal de Segurança Pública trabalha de forma integrada, fornecendo as informações necessárias para a atuação eficiente dessa equipe. “Identificamos as chamadas ‘manchas criminais’ e contribuímos com o planejamento estratégico operacional da força tática”, explica o Assessor Especial de Segurança Pública da Prefeitura, Glayson Reis.