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14/09/2018 21h20 - Atualizado em 17/09/2018 12h14

Nunca é cedo demais para aprender

O objetivo de ação realizada pelo Procon, em escolas, é informar o público mirim para atingir o consumidor em potencial, que são os pais

Foto: Daniel Carvalho/Ascom

Os 350 alunos da Escola Municipal Rosevir Ribeiro de Paiva, tiveram uma verdadeira aula sobre os seus direitos e deveres durante uma compra. A ação, desenvolvida pela Secretaria Municipal de Defesa do Consumidor (Procon Anápolis) na semana em que se comemora os 28 anos do Código de Defesa do Consumidor, tem como proposta levar conhecimento às crianças de forma lúdica, para que desde cedo elas saibam como agir diante de uma situação que viola o seu direito. Na última quarta-feira, 12, uma equipe do órgão visitou a Escola Municipal João Beze, onde falaram para 150 crianças.

Para se aproximar do público mirim, os servidores do Procon elaboraram um teatro de fantoches que conta a história de um consumidor que sai prejudicado em uma compra. Sem saber como proceder, um amigo o orienta a procurar a assistência técnica, e, caso a situação não se resolva, o Procon.

“É interessante que as nossas crianças saibam porque devemos cobrar determinadas coisas. Muitos querem tirar proveito. Quando nos inteiramos dos nossos direitos, situações como essas não acontecem”, afirmou a coordenadora pedagógica da unidade, Marilda de Sousa.

O secretário responsável pela pasta, Robson Torres, explicou que a ideia de investir da orientação das crianças surgiu quando ele percebeu que, por diversas vezes, os adultos não guardavam as informações necessárias, talvez pela rotina agitada, mas quando seus filhos falavam, eles se atentavam mais para a situação. “Dessa forma, conseguimos chegar aos consumidores em potencial, que são os adultos”, explicou.

De acordo com ele, a Secretaria Municipal de Educação passará, em breve, um levantamento das escolas que poderão ser visitadas, mas ainda não há data definida. “A ideia é, primeiramente, levar esta ação para unidade de ensino da rede municipal e depois levar para escolas privadas”, afirmou Robson Torres.