Página Inicial / Multimídia/ Notícias/ Prefeito procura solução para interrupção de exames oncológicos

ImprimirImprimir

Tamanho da fonte fonte fonte

20/04/2017 18h33 - Atualizado em 20/04/2017 18h35

Prefeito procura solução para interrupção de exames oncológicos

Roberto Naves visitou Associação de Combate ao Câncer em Goiás, nesta quinta-feira, 20

Acompanhado do deputado federal Jovair Arantes, o prefeito Roberto Naves foi recebido, nesta quinta-feira, 20, pelo presidente da Associação de Combate ao Câncer em Goiás, Paulo Moacir de Oliveira Campoli, no Hospital Araújo Jorge, em Goiânia. O encontro  - que também contou com a presença da vereadora Elinner Rosa - foi mais uma gestão do prefeito na tentativa de obter respostas para a interrupção dos exames oncológicos, realizados pela instituição em Anápolis.

Roberto Naves considerou o encontro proveitoso e aguarda, para breve, a solução do problema. Segundo ele, com a ajuda das emendas parlamentares dos representantes de Goiás na Câmara Federal, como o deputado Jovair Arantes, os recursos estão sendo encaminhados para aparelhar a unidade de Anápolis, que teve exames interrompidos pelo sucateamento dos equipamentos. “Quando se trabalha com a saúde pública, nós temos que colocar o interesse da população acima de tudo. Por isso nós estamos aqui”, disse o prefeito.

O presidente da ACCG informou que a substituição dos equipamentos e a adequação do espaço físico da Hospital do Câncer Mauá Cavalcante já está em curso. Um mamógrafo digital, um aparelho de ultrassom e um de tomografia computadorizada, no valor de R$ 1,7 milhão já foram adquiridos. Quanto à adequação do espaço físico da unidade hospitalar, vai custar R$ 250 mil. A estimativa é de que, em seis meses, o hospital volte a realizar os exames.

Já o deputado Jovair disse que a cidade de Anápolis, praticamente não cumpriu com o Hospital do Câncer, no final da gestão passada. O deputado apontou soluções. “Nós estamos aqui tratando de parcerias com o governo federal, através das nossas emendas parlamentares, entre a ACCG e a Prefeitura de Anápolis”, informou. Segundo ele, o paciente não quer saber de onde vêm os recursos, ele quer ser tratado.